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Dados do Market Analytics da SiiLA mostram que o primeiro trimestre de 2025 começou com a vacância em queda no mercado de condomínios logísticos brasileiros. Com o segundo menor valor histórico em empreendimentos A+, A e B, 7,9%, o primeiro trimestre registrou também a entrega de 303 mil m² de novo estoque.
As informações apuradas mostram que mercados como Rio de Janeiro e Minas Gerais tiveram reduções significativas em sua vacância, saindo de 12,6% e indo para 10,4% no Rio; já em Minas, os números saíram de 12,7% e atingiram 6,9%.
No caso do Rio de Janeiro, as regiões de Belford Roxo/Nova Iguaçu e Duque de Caxias foram as maiores responsáveis pela redução da vacância. Já em Minas Gerais, os principais fatores que contribuíram com a redução foram Extrema e a Região Metropolitana de Belo Horizonte.
Detalhando um pouco sobre as reduções de vacância, Belford Roxo/Nova Iguaçu registrou uma absorção líquida de 73 mil m², com destaque para a ID Logistics, que ocupou 30,6 mil m² do Distribution Park Dutra. A redução da vacância foi de 21,8% para 14%.
Já em Duque de Caxias, os espaços vagos caíram de 8,1% para 3,5%, foram 45 mil m² de absorção líquida. Um dos principais destaques foi a Ziranlog, que locou 28 mil m² no GLP Duque de Caxias, e a Braskem, que locou 14,3 mil m² no Golgi Duque de Caxias.
Agora em Minas Gerais, em Extrema, a absorção líquida foi de 106 mil m², números próximos ao estado de São Paulo inteiro. A vacância da região registrou 3,8%; no trimestre passado, os números eram 12,1%. Os responsáveis por isso foram várias empresas, como GoCase, Lisa Logística e Luft Brasil. Apenas no City Gate Itapeva foram 35 mil m² e, no Parque Logístico Extrema, 55,5 mil m².
A Região Metropolitana de Belo Horizonte encerrou o primeiro trimestre de 2025 com uma absorção líquida de 73 mil m², sendo 50,1 mil m² exclusivos da ID Logistics. A mesma empresa que locou no Rio de Janeiro também locou no BRZ040 Logistics Park.
São Paulo teve um pequeno aumento em sua vacância, saindo de 8,3% para 8,5%. O principal responsável foi Ribeirão Preto, que saiu de 1,4% para 12,1%. A região registrou uma absorção líquida positiva de 30,7 mil m², mas foi impactada pela chegada de novo estoque: 48 mil m² com o Log Ribeirão Preto. Apesar disso, o imóvel recebeu locações da Shopee, Amazon, Ativa Logística e Patrus Transportes.
Poucas regiões, porém, sofreram com um aumento abrupto de vacância. Canoas, por exemplo, está com 100% de vacância, já que seu único empreendimento, o Bresco Canoas, foi totalmente desocupado.
Outro exemplo foi Pernambuco. Em Ipojuca, a vacância saiu de 31,7% e foi para 44,7%, em decorrência da saída da Supporte Logística do Parque Logístico Pernambuco. No mesmo estado, Jaboatão dos Guararapes viu sua vacância saltar de 9,8% para 19,1%, em razão da chegada de um novo empreendimento, o Syslog Recife.
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