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O movimento é oposto ao dos grandes bancos, que têm fechado agências pelo País. A XP busca emplacar um conceito diferente, assim como fez com quando chegou ao mercado se vendendo como “shopping de investimento”. Os espaços têm uma proposta de serem hubs de experiências, com atividades interativas e de educação financeira. A ideia da XP é ter presença nas principais capitais brasileiras, assim como no interior de alguns dos estados.
"Nossa meta é dobrar o tamanho da operação, número de clientes e custódia até o final do ano. E, neste contexto, o espaço terá um papel fundamental”, afirma Julio Mello, Head de B2C da XP. Atualmente, a XP tem perto de R$ 900 bilhões sob custódia e mais de 3,5 milhões de clientes. O projeto evidencia a necessidade do contato físico para a XP alcançar seu proclamado objetivo de abocanhar uma fatia maior dos clientes dos bancos.
Em Manaus, por exemplo, a expectativa é que aconteçam eventos todos os meses no espaço, como workshops, incluindo na agenda nomes relevantes do cenário econômico e financeiro, entre eles: Caio Megale (economista-chefe da XP), Pablo Spyer (influenciador famoso pelo bordão ‘Vai, Tourinho’) e Fernando Ferreira (estrategista-chefe da XP).
Fonte: Estadão











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