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A discussão sobre home office, trabalho híbrido e trabalho presencial continua dominando as rodas de conversas em todo o mundo, enquanto empresas e funcionários buscam o melhor fluxo de trabalho para ambas as partes.
Uma pesquisa divulgada pela KPMG nesta semana, o CEO Outlook Survey, traz a perspectiva dos líderes de grandes empresas para o cenário corporativo, incluindo o tópico do retorno aos escritórios. De acordo com o relatório, a maioria dos CEOs (64% globalmente) acredita que, em até três anos, o retorno aos escritórios será uma realidade para todas as empresas.
Em cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Cidade do México (CDMX), Bogotá e outras monitoradas pela plataforma SiiLA, a demanda pelos escritórios ainda está longe da vista antes da pandemia. No Brasil, desde a metade de 2020, a taxa de vacância vem crescendo na maioria das cidades mapeadas pela plataforma, com empresas devolvendo área de escritórios. No México e Colômbia, os dados da SiiLA indicam que a taxa de vacância vem caindo aos poucos desde o começo de 2022, mas ainda permanecem em patamares acima dos níveis pré pandemia.
Além disso, 87% dos executivos entrevistados disseram estarem dispostos a recompensar os funcionários que demonstram disposição para voltar ao escritório, oferecendo incentivos como aumentos salariais, promoções, e um melhor escopo de tarefas a serem executadas.
Um desafio nesse processo é o sucesso do trabalho híbrido. Funcionários alegam a alta na produtividade, além de uma melhora na qualidade de vida ao combinar o trabalho presencial com dias de trabalho em casa.
A pesquisa KPMG ouviu 1300 CEOs de diferentes empresas ao redor do mundo entre agosto e setembro de 2023.











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