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Nas regiões CBDs, São Paulo possui um estoque de escritórios de 6.1 milhões de m², a maior concentração do país em edifícios de classe A+, A e B. Em segundo lugar, está o Rio de Janeiro, com 3 milhões de m². As lajes, popularmente conhecidas como andares, também variam de tamanho de acordo com o perfil do empreendimento.
Apesar do levantamento do Google que revelou um aumento de 50% na busca por home office em 2023, a ocupação dos escritórios também aumentou. Dados do Market Analytics mostram que no ano de 2023, as cidades do Rio de Janeiro e São Paulo tiveram uma redução na vacância em empreendimentos A+, A e B, chegando a 35% e 23%, respectivamente.
Apesar de ser dividido em duas torres, o Pátio Victor Malzoni possui 4.8 mil m² em sua maior laje. Localizado na Av. Brigadeiro Faria Lima, o empreendimento possui uma taxa de vacância baixa, sendo a Torre Sul com vacância zero e a Norte com apenas 1,45%.
Empresas como o Google, BTG Pactual, Agência África, Empiricus Research e o Consulado Geral da Alemanha são inquilinos das torres Pátio Victor Malzoni.
Em segundo lugar, a cidade do Rio de Janeiro, abriga a segunda maior laje de escritórios no país, com o Eco Sapucaí com 4.6 mil m². O empreendimento está na região da Cidade Nova, na rua Marquês de Sapucaí.
Vizinho do Sambódromo, o complexo empresarial recebeu a 42 Rio no semestre passado, a primeira locação desde o terceiro trimestre de 2021, quando a Technip locou 9 mil m² distribuídos em duas lajes. A locação recente foi de um andar inteiro, ou seja, quatro conjuntos completos.
Envolvido na maior transação de escritórios em São Paulo, o Faria Lima 3500 foi comprado pelo Itaú BBA por R$ 1,5 bilhão. Com a terceira maior laje, 4.5 mil m², o ativo é o único monousuário da lista dos cinco maiores.
O banco adquiriu sua própria sede, que até então era de propriedade da Brookfield Asset Management. Desde sua inauguração, em 2014, o Itaú BBA ocupava o empreendimento, que foi projetado como um built-to-suit (BTS).
O Bloco B do Complexo JK, também conhecido como Daslu, faz parte de um conjunto de prédios e um shopping center na zona sul de São Paulo. O empreendimento possui uma laje de 4.4 mil m² e abriga empresas como Johnson & Johnson, Body Tech e a Regus (IWG).
Localizado na região do Porto, na Av. Oscar Niemeyer, no Rio de Janeiro, o Aqwa Corporate é a quinta maior laje dos empreendimentos classe A+ com mais de cinco andares. O prédio possui uma taxa de ocupação de 76,5% e abriga empresas como Enel, Caixa Econômica Federal e Icatu Seguros.
Localizado no coração da maior área de intervenção urbana do país, o Porto Maravilha, o empreendimento possui uma laje de 3.8 mil m² com uma vista 360º, sem obstáculos, para o porto da cidade e a Ponte Rio-Niterói.











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