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Durante a tarde do primeiro dia de agosto, foi anunciado que o Patria concluiu a aquisição de 100% da VBI Real Estate. Toda a equipe da VBI será integrada ao Patria, e os fundos continuarão sendo geridos por seus respectivos times.
Após adquirir inicialmente 50% da VBI, o Patria agora comprou a participação restante. Rodrigo Abbud e Ken Wainer, sócios fundadores da VBI, continuarão atuando na empresa como sócios do Patria.
Conforme apurado pela equipe do REsource, especulações de mercado indicam que Abbud poderá comandar o novo time de real estate. Os FIIs da VBI se juntarão à plataforma de real estate do Patria, juntamente com os da Credit Suisse, cujos fundos foram adquiridos em dezembro de 2023.
Além de toda a estrutura e pessoal, o Patria adquiriu oito fundos de tijolos e cinco de papel. Com isso, a companhia agora possui R$ 215 bilhões em ativos sob gestão, incluindo Private Equity, Infraestrutura, Crédito, Public Equities e Real Estate.
A VBI já desenvolveu mais de 224 mil m² de condomínios e galpões logísticos, além de mais de 68 mil m² de empreendimentos corporativos, conforme informações de seu site. A empresa afirma que 11% de seus investidores são norte-americanos, 6% ingleses, 4% alemães e 72% brasileiros.
“Agora, devidamente integrados ao Patria, seguiremos gerando retornos consistentes a partir de uma vertical robusta e com amplo portfólio", comenta Rodrigo Abbud em uma nota divulgada para a imprensa.
Até o fechamento da reportagem, o Patria não informou os valores e nem confirmou a estrutura de gestão após a compra.
De acordo com a plataforma Market Analytics da SiiLA, os ativos dos fundos de escritórios da VBI têm uma taxa de ocupação de 82%. A maioria de seus inquilinos (39,8%) pertence ao segmento FIRE, seguido pelo TAMI (20,4%), além de empresas de Bens de Consumo (10%) e Produtos Empresariais e Serviços (6,5%).
O Pátio Victor Malzoni, The One e o Centro Empresarial Nações Unidas fazem parte do portfólio. Entre os ocupantes dos empreendimentos estão Google, Warner Media e BTG.
Nos fundos de imóveis logísticos, a taxa de ocupação é de 79,8%. A maioria dos inquilinos é composta por empresas de Bens de Consumo (39%), Alimentos, Bebidas e Tabaco (20,4%) e Transporte e Logística (19,2%). Ambev, B2W e Magalu estão entre as empresas que ocupam os ativos.











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