Se inscreva para ficar por dentro das novidades do mercado imobiliário, dos eventos, notícias e análises!

Ontem (20), o SiiLA ACADEMY Advanced encerrou seu primeiro ciclo de aulas com um evento presencial no JHA Corporate Boutique, um ativo classe A no Itaim Bibi, São Paulo. Mais de 50 pessoas, entre alunos e convidados, estiveram presentes e, além de visitar o empreendimento da RBR Asset Management, tiveram a oportunidade de acompanhar uma apresentação e bate-papo de Giancarlo Nicastro, CEO da SiiLA, Caio Castro, sócio da RBR, e Marcelo Motta, analista da JP Morgan.
Com o início às 08:30, os alunos e convidados foram recebidos com um café da manhã no rooftop, localizado no 8º andar do empreendimento – uma visão de 180º do Itaim Bibi. Após a recepção, todos foram encaminhados ao 7º andar onde as apresentações e os debates se iniciaram.
O primeiro a subir ao palco foi Marcelo Motta, analista da JP Morgan, que trouxe para o debate uma série de análises abrangendo desde o desempenho dos Fundos Imobiliários (FIIs) até a percepção estrangeira sobre o Brasil. Motta destacou que, devido às incertezas econômicas, o cenário brasileiro se mostra pouco atraente para investidores estrangeiros.
O executivo comentou que o Brasil foi o primeiro país a aumentar os juros, e havia a expectativa de que também seria um dos primeiros a reduzir. Isso chamou a atenção dos investidores, que, ao olhar um Emerging Market na América Latina, pensavam no Brasil. "A ideia era que, com a queda dos juros, as ações deveriam subir, mas não é isso que estamos observando". Com a quebra dessas expectativas, os investidores estrangeiros pensam: "não preciso investir no Brasil, posso optar por Índia, México, etc". "As coisas no Brasil não são muito claras", resumiu.
Ao ser questionado sobre o interesse dos investidores estrangeiros no Brasil, Motta foi direto: "a verdade nua e crua é que hoje não."
E qual o retorno que um estrangeiro espera do Brasil? Marcelo respondeu a pergunta durante a mesa redonda e explicou: “Eles esperam retorno em dólar. E em dólar, eles buscam dois dígitos, 10%, 11%”. A instabilidade do câmbio dólar x real é outro grande desafio para o investidor estrangeiro. “Há casos de fundos que acertaram no projeto, no investimento, e tiveram um bom retorno. Mas, na hora de enviar o investimento para a matriz, o câmbio desvalorizou o ganho. E, no final, foi de 10% de retorno por 5 anos”, relata o analista da JP Morgan.
A apresentação de Nicastro se baseou nos dados do mercado, no qual deu um panorama dos segmentos de escritórios e condomínios logísticos. Além disso, o executivo explicou um pouco sobre a nova métrica da SiiLA de Valor de Mercado.
“Com exclusividade, estou apresentando para vocês a nova métrica, que já está no ar e que vai deixar ainda mais justas as análises. Anteriormente, tínhamos o Preço Pedido, agora, com o Valor de Mercado, nós conseguimos entender o real valor do imóvel, pois o proprietário pode querer valores que não condizem com a realidade de empreendimento ou da região”, explica Nicastro.
Após a apresentação de Motta, Caio Castro contou um pouco sobre o JHA Corporate Boutique que está prestes a ser entregue e também comentou sobre os novos empreendimentos boutiques.
“Um ativo boutique é um empreendimento com todas as características de um A+, um bom pé-direito, certificado de sustentabilidade e outros, porém, tudo isso em uma área menor”, conta Castro.
O executivo relatou também que hoje o certificado de sustentabilidade tem se tornado um requisito para muitas empresas na hora de selecionarem um prédio para ocupação.
O JHA Corporate Boutique, desenvolvido pela RBR Asset Management, é o mais novo empreendimento da companhia. Ele é focado em um estilo de vida diversificado, cosmopolita e moderno. O projeto é baseado na sofisticação, exclusividade e sustentabilidade.
Localizado no coração do Itaim Bibi, entre as Avenidas Brigadeiro Faria Lima, Juscelino Kubitschek, Brasil e Cidade Jardim, o edifício prioriza uma visão mais humana para os espaços de trabalho.
São mais de 5.900 m² de área locável, incluindo uma área de loja na fachada ativa. Seu design permite flexibilidade nos layouts das unidades, adaptando-se a diversas necessidades empresariais.
Com seis lajes de vidro do piso ao teto, o edifício aproveita ao máximo a luz natural. Cada andar possui um pé-direito de 2,80 metros, preparado para receber forro em placas modulares antichamas com isolamento acústico e piso elevado de 15 centímetros. O edifício também conta com um rooftop multiuso, ideal para expansão do escritório ou uso contemplativo.
Todas as informações do imóvel estão disponíveis na página do JHA (Iaia) no SiiLA SPOT.











Se inscreva para ficar por dentro das novidades do mercado imobiliário, dos eventos, notícias e análises!
