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Em 2024, pela primeira vez desde 2019, a absorção líquida de escritórios classes A+, A e B em São Paulo superou o volume de novos empreendimentos entregues, segundo dados do Market Analytics da SiiLA.
Ao longo do ano, foram adicionados 241 mil m² ao estoque corporativo da capital paulista, enquanto a absorção líquida – que representa a diferença entre novas locações e devoluções de espaços – atingiu 307 mil m², um patamar semelhante ao registrado antes da pandemia.
Os números refletem uma recuperação do mercado após os impactos da COVID-19, que levaram a dois anos consecutivos de absorção líquida negativa, em 2020 e 2021.
Outro indicador relevante foi a absorção bruta, que também voltou a níveis pré-pandemia, totalizando 823 mil m² de área locada.
Entre as áreas que receberam novos empreendimentos em 2024, Pinheiros liderou, com 85 mil m² adicionados ao estoque corporativo. O maior destaque foi o Fidalga J Safra Corporate, um edifício classe A+ entregue em dezembro. Construído pela Rocontec e Idea!Zarvos, o ativo pertence ao Banco Safra.
A região Barra Funda também teve um crescimento significativo, com 55 mil m² entregues ao mercado. Esse aumento veio de um único empreendimento, o edifício Arquipeo, finalizado em outubro, que atualmente apresenta 29% de vacância.
Já o Tatuapé se destacou por um marco inédito: a entrega do primeiro ativo classe A da zona leste. O Almagah 227, desenvolvido pela Porte Engenharia, foi concluído em agosto e já conta com inquilinos como a Regus.
Todos os detalhes sobre os empreendimentos e regiões estão disponíveis na plataforma exclusiva para assinantes Market Analytics.
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