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Hoje, o maior mercado de escritórios do país é São Paulo, com 8,8 milhões de m², representando 62,5% de todo o estoque brasileiro de ativos classe A+, A e B. Um levantamento da SiiLA mostra que, nos últimos oito anos, 17,3% de todo o estoque nacional foi entregue apenas em São Paulo.
A análise realizada pelo time de inteligência da SiiLA revelou que 1,6 milhão de m² foram entregues desde 2016 e que, em um panorama amplo, demorou cerca de nove trimestres para que os imóveis entregues atingissem sua menor vacância.
A metodologia aplicada levou em consideração as entregas de 2016 a 2022. A análise considerou os ativos novos entregues naquele ano e acompanhou sua performance até a primeira saída de inquilino, momento em que perdem o status de "novo".
Além de calcular a média de tempo para a absorção atingir sua menor vacância, a análise identificou o ritmo de entrega desses ativos, com picos em 2016 e 2018, e a menor entrega em 2019. Veja o gráfico:
Segundo os dados, as entregas de imóveis corporativos oscilaram desde 2016, atingindo um platô estável a partir de 2021. Em 2016, foram entregues 380 mil m²; já em 2017, esse número caiu para 183 mil m², aumentando novamente em 2018 para 360 mil m², mas caindo para apenas 78 mil m² em 2019.
O ano de 2016 foi marcado por grandes entregas, como o São Paulo Corporate Towers, na região da JK, a torre B da EZ Towers, e a ala B do WTorre Morumbi, ambos na Chucri Zaidan. Esses três empreendimentos somam 138 mil m² de novo estoque.
Em 2018, outro pico de entregas, empreendimentos como o Parque da Cidade, na Chucri Zaidan, e as duas torres do 17007 Nações, na região da Chácara Santo Antônio, adicionaram 133 mil m² ao mercado.
As regiões de CBDs (Central Business Districts) ditam as regras quando o assunto são os escritórios. Dentro dessas regiões, a média de trimestres para atingir a menor vacância é de nove, enquanto fora das regiões de CBDs são necessários 10 trimestres. A linha de entrega também difere, sendo basicamente o inverso da linha dos CBDs.
Enquanto 2017 foi o ano com maiores entregas para ativos fora dos CBDs, o mesmo período dentro dessas regiões registrou uma das menores entregas. Em 2023, por exemplo, foram entregues 81 mil m² fora dos CBDs, enquanto dentro foram 47 mil m².
De modo geral, as entregas nas regiões de CBDs representam 67,5% de todo o novo estoque paulista. Sua absorção corresponde a 71,1% de todas as absorções dos novos estoques de São Paulo, demonstrando que, atualmente, essas regiões são as mais buscadas do mercado.











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