Se inscreva para ficar por dentro das novidades do mercado imobiliário, dos eventos, notícias e análises!

Não dá para fugir de certos gastos, e um deles é o IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano). Em São Paulo, os valores vão aumentar. A última emenda estabeleceu que o teto máximo de reajuste dos imóveis é de 10%, tanto para comerciais quanto para residenciais.
O Projeto de Lei nº 1.130/2025, aprovado pela Câmara Municipal de São Paulo, altera os critérios de cálculo do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU). A proposta prevê a atualização da Planta Genérica de Valores (PGV), combinada com limites para o reajuste anual do imposto e a revisão das faixas de isenção e desconto.
Levando em consideração o tipo de edificação, as características do imóvel, o perfil dos proprietários, o zoneamento e, principalmente, a Planta Genérica de Valores (PGV), é determinado o valor venal do imóvel, que servirá como base para a cobrança do IPTU.
As mudanças no IPTU a partir de 2026 buscam alinhar a tributação à valorização dos imóveis na cidade, ao mesmo tempo em que introduzem mecanismos para conter aumentos expressivos de um exercício para o outro.
A criação do Cadastro Imobiliário Brasileiro (CIB) também dialoga com a tributação municipal, em especial o IPTU. Ao reunir, em um sistema nacional, informações hoje dispersas entre prefeituras, cartórios e outros órgãos, o cadastro tende a aprimorar a base de dados utilizada pelos municípios para a cobrança do imposto, reduzindo inconsistências cadastrais e ampliando a capacidade de fiscalização.
Na prática, a consolidação dessas informações pode facilitar atualizações mais precisas da Planta Genérica de Valores (PGV) e a identificação de imóveis subavaliados ou sem registro adequado, o que pode influenciar a arrecadação do IPTU. Embora a Receita Federal afirme que o CIB não cria novos tributos, a integração de dados reforça o papel do cadastro como ferramenta indireta de apoio à política tributária local.
Levando em consideração os dados do Market Analytics da SiiLA, com base nos escritórios das classes A+, A e B de São Paulo, é possível ranquear as regiões que apresentam os maiores valores de IPTU por metro quadrado.
Os maiores valores de IPTU em São Paulo estão nas regiões CBD. A Faria Lima lidera o ranking, com R$ 19,88/m², seguida pela JK, com R$ 18,44/m², e pela Paulista, com R$ 17,27/m². Para efeito de comparação, a região não-CBD com o maior valor de IPTU é Moema, com R$ 13,73/m². Na classificação geral, a região ocupa a oitava posição.
Consequentemente, nas regiões com os maiores valores de IPTU, também se concentram os maiores valores de mercado dos imóveis. Na Faria Lima, por exemplo, além de registrar o IPTU mais caro, a região também apresenta o metro quadrado mais elevado da cidade, a R$ 237,87/m².
No entanto, o ranking do valor de mercado não segue exatamente a mesma ordem do IPTU. A Berrini, por exemplo, possui o terceiro IPTU mais caro de São Paulo, mas, no quesito valor de mercado, ocupa apenas a décima posição, com R$ 79,22/m².
Fique por dentro das notícias do mercado imobiliário em nosso grupo do WhatsApp. Acesse: https://bit.ly/REsourceWpp











Se inscreva para ficar por dentro das novidades do mercado imobiliário, dos eventos, notícias e análises!
