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Um IPO milionário é a aposta da SulAmérica Investimentos para entrar na bolsa de valores brasileira, a B3, com seu novo produto, o fundo de investimento imobiliário (FII) de Certificado de Recebíveis Imobiliários (CRI). A aposta estará disponível no primeiro semestre de 2024, e as emissões ficarão na casa dos R$ 200 milhões.
Em agosto, a empresa divulgou que sua divisão de investimentos atingiu a marca de R$ 60 bilhões em ativos sob sua gestão. Na época, Marcelo Mello, CEO de Investimentos, Vida e Previdência da SulAmérica, afirmou que “esse crescimento exponencial é resultado do esforço coletivo de uma equipe qualificada e atualizada nas demandas do setor e dos investidores”.
A nova empreitada é um novo capítulo para a empresa, que vai alocar, com recursos próprios, R$ 100 milhões no novo fundo, totalizando cerca de R$ 300 milhões.
De maneira concreta, o mercado atual de FIIs está com 20 ofertas públicas em aberto, totalizando R$ 7,4 bilhões. Atualmente, há dois fundos CRI em aberto, sendo um o JS Ativos Financeiros (JAF11), com uma oferta pública de R$ 250 milhões, e outro o EQI Recebíveis Imobiliários (EQIR11), que está captando R$ 150 milhões.
Segundo o último boletim mensal de fundos imobiliários da B3, o número de investidores atingiu a marca de 2.4 milhões – a título de comparação – em 2013, há 10 anos, no país havia apenas 101 mil investidores.
Atualmente, o patrimônio líquido dos fundos está em R$ 232 bilhões, com um valor de mercado, ou market value, de R$ 152 bilhões. Se compararmos o mesmo período, outubro de 2023, com o ano passado, a diferença é de R$ 34 bilhões de patrimônio, mas o valor de mercado não se alterou.











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