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Dados do Market Analytics da SiiLA mostram que a taxa de vacância nas regiões de CBDs de São Paulo teve uma redução, atingindo o patamar de 19,4%. A absorção líquida no terceiro trimestre nessas regiões foi positiva em 69 mil m², a maior metragem de 2024 até o momento.
A sigla CBD, que significa Central Business District (sigla em inglês para definir as principais regiões comerciais de uma cidade), refere-se a grandes áreas urbanas atraentes para proprietários, inquilinos e investidores. Em São Paulo, a SiiLA monitora 11 regiões CBDs: Berrini, Chácara Santo Antônio, Chucri Zaidan, Faria Lima, Itaim Bibi, JK, Marginal Pinheiros, Paulista, Pinheiros, Santo Amaro e Vila Olímpia.
A maior locação do período foi da companhia aérea GOL, que alugou mais de 13 mil m² no edifício Verbo Divino, em uma transação reportada aqui no REsource. A segunda maior locação foi da Verisure, que ocupou 6,9 mil m² na torre Jatobá do Parque da Cidade. Outros destaques do trimestre foram a Editora Globo, que locou 4 andares no River One, e a Uber.
A vacância nas regiões de CBDs teve uma redução de 2,15 p.p. na comparação com o mesmo período de 2023, quando a taxa estava em 21,64%. Na comparação com o trimestre anterior (2T2024), a queda foi de 0,39 pontos percentuais.
Mesmo com essa queda, as taxas atuais ainda estão distantes da menor vacância histórica, registrada no primeiro trimestre de 2020, quando chegou a 13,8%. Desde então, além dos impactos da pandemia, o estoque nessas regiões aumentou em 589 mil m², o equivalente a um crescimento de 10,3%.
Hoje, as regiões CBDs de São Paulo possuem um estoque de 6.234.906 m² de empreendimentos das Classes A+, A e B monitorados pela plataforma SiiLA.
O estoque de escritórios em São Paulo cresceu no terceiro trimestre deste ano com a entrega de novos empreendimentos. O JK Square foi a maior entrega do período, localizado na região do Itaim Bibi, próximo às Avenidas Juscelino Kubitschek e Santo Amaro.
Esse empreendimento, de classe A+, conta com 31 mil m² distribuídos em 20 andares e integrará um complexo multiuso.
Além dele, o edifício JHA Corporate Boutique, também de classe A, da RBR Asset Management, foi entregue no terceiro trimestre, também localizado no Itaim Bibi. No mesmo período, três ativos de classe B entraram no mercado: dois em Pinheiros e um na Vila Olímpia.
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