Se inscreva para ficar por dentro das novidades do mercado imobiliário, dos eventos, notícias e análises!

Dados do GROCS, plataforma de análise de dados da SiiLA, mostram que a vacância nos shopping centers aumentou. Em ativos classe B e C, os números chegaram a 11,33% e 18,43%, respectivamente, sendo esse valor impactado pela expansão e entrega de novos empreendimentos.
Em um cenário de novos ativos, os shopping centers brasileiros buscam se reinventar, transformando-se não apenas em destinos de compras, mas em verdadeiros polos de experiências e serviços.
Três tendências inovadoras prometem remodelar a paisagem dos corredores dos grandes centros comerciais: do conceito de "retailment" e "slow sell" à ampliação do mix de serviços e eventos.
Mais comum em outros países, o conceito de retailment está aos poucos conquistando espaço nos shopping centers brasileiros. Basicamente, ele significa a fusão entre retail (venda) e entertainment (entretenimento). Esse serviço busca atrair os consumidores não apenas com produtos, mas com experiências sensoriais em suas lojas, como realidade virtual, workshops para ensinar os consumidores a explorarem ao máximo os recursos de seus produtos e novas tecnologias atrativas, como closets virtuais.
Essa estratégia não se limita ao ambiente físico, podendo ser estendida ao mundo digital, o omnichannel. O objetivo não é apenas a venda, mas a construção de relacionamentos com a marca. A Decolar, por exemplo, está abrindo lojas físicas com ofertas exclusivas para esses pontos de venda.
Shoppings não são mais apenas locais de compras; eles tornaram-se centros de serviços e eventos. Salas de conferência, lotéricas, academias, cabeleireiros e supermercados estão cada vez mais comuns em ambientes como esses. Coworking também é uma realidade. Muitos empreendimentos aproveitam o espaço deixado por algumas lojas para oferecer este tipo de serviço, como é o caso do Shopping Pátio Paulista, Plaza Sul e Ibirapuera, entre outros.
Dados da Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce) mostram que 31% das pessoas que frequentam shoppings centers buscam lazer, 43% compras, 21% alimentação e 5% serviços. Além disso, a Abrasce afirma que são 443 milhões de frequentadores por mês.
Muitos operadores de shoppings já estão enxergando esta tendencia e rebalizando seus investimentos. Em entrevista recente ao REsource, Marcelo Ferreira Martins, Diretor Vice-Presidente Operacional da Multiplan, falou que a empresa está atenta às mudanças de comportamento do consumidor, e que vem apostando em empreendimentos multiuso que vão além das compras. E, segundo o executivo, os investimentos em serviços e entretenimento impulsionam para cima o volume de vendas de todo o shopping. Leia a reportagem completa aqui!
Dois conceitos surgiram recentemente, o webrooming e showrooming. De maneira simples, eles são opostos. Enquanto o webrooming é pesquisar o produto online e comprá-lo fisicamente, o showrooming é quando a pessoa conhece o produto em um espaço físico, para depois realizar a compra online.
Dados da Shopper Story mostram que 72% das pessoas vão em lojas físicas antes de comprar online. A pesquisa também mostra que 48% dos consumidores gostam de visitar os estabelecimentos para conhecerem novidades e tendências.
“Hoje, muitas lojas se tornaram apenas vitrines, enquanto o consumidor fecha a compra online, buscando comodidade da entrega e preços mais competitivos. Muitos shoppings, inclusive, já estão apostando em serviços, alimentação e entretenimentos para o público-alvo, como uma forma de atraí-los aos imóveis”, afirma Giancarlo Nicastro, CEO da SiiLA.











Se inscreva para ficar por dentro das novidades do mercado imobiliário, dos eventos, notícias e análises!
