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Dados divulgados pela SiiLA revelam que quase um quarto dos escritórios de alto padrão em São Paulo permanecem vazios. O levantamento trimestral indica que 24,35% das lajes em edifícios A+ e A estavam desocupadas ao final de 2023.
Ao longo dos quatro trimestres de 2023, a taxa de vacância manteve-se relativamente estável, sem grandes alterações. Desde o término da pandemia, não foi observado um retorno significativo aos escritórios de alto padrão; antes da pandemia, no primeiro trimestre de 2020, a taxa de vacância estava em 15,31%.
A região com a maior quantidade de espaço vago é a Chucri Zaidan, na zona sul da capital, com 212 mil m² de escritórios desocupados. Nas proximidades, a região da Marginal Pinheiros possui 160 mil m² vagos, e também na zona sul, a Chácara Santo Antônio apresenta 123 mil m² vacantes.
Proporcionalmente, o centro da cidade de São Paulo possui a maior taxa de vacância, atingindo 68,02%. Em seguida, vêm Santo Amaro, com 49,86%, e a Chácara Santo Antônio, com 43,46%. A Chucri Zaidan registra 26,69% de vacância.
Entre os centros empresariais (CBD), apenas cinco apresentam uma vacância abaixo dos 10% de vacância. A Faria Lima, o coração do mercado financeiro brasileiro, possui uma taxa de espaços vagos de 8,08%. A menor taxa de vacância é no Itaim Bibi, com 3,27%.
Outras regiões com baixa vacância, como a Paulista, Pinheiros e JK, também integram a lista, com 6,23%, 8,05% e 4,53%, respectivamente.
Uma das locações que mais chamaram a atenção no ano aconteceu no edifício Jorge Salomão, na região dos Jardins, onde a SulAmérica/Rede D’Or locou mais de 8 mil m².
Outra movimentação muito comentada foi a ByteDance, dona do TikTok, que locou mais de 7 mil m² na Infinity Tower.











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