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O ano de 2024 foi repleto de movimentações no mercado imobiliário, com histórias e investigações que trouxeram à tona denúncias, desafios e mudanças estruturais no setor.
De movimentações de inquilinos ao mercado de FIIs, essas matérias não apenas capturaram os momentos mais marcantes de 2024, mas também serviram como um termômetro das transformações que moldaram o mercado imobiliário.
Confira as dez matérias mais lidas e comentadas do ano no REsource:
1. Faria Lima com mais prédios? Novos CEPACs trazem otimismo ao mercado
Em agosto, falamos sobre os novos CEPACs que podem beneficiar empreendimentos na Faria Lima. A Lei nº 18.175, de julho de 2024, abre caminho para novos projetos de maior porte na região, permitindo a compra de 250 mil m² em Certificados de Potencial Adicional de Construção (CEPACs).
A distribuição será feita em setores como Pinheiros e Faria Lima, com foco em construções corporativas, residenciais e mistas. Parte dos recursos arrecadados será destinada a projetos sociais, com 35% investidos em habitação popular.
2. Mercado logístico segue aquecido com redução da vacância
A redução da taxa de vacância em condomínios logísticos foi um dos sinais mais claros de que o mercado segue aquecido em todo o Brasil. Trimestre após trimestre, a ocupação cresceu, mesmo com a entrega de novos empreendimentos ao longo do ano.
3. Derretimento de FIIs traz preocupação e oportunidades de investimento
Uma das matérias mais recentes já se destacou no ano. Em entrevista com Maria Fernanda Violatti, discutimos como o mercado de FIIs no Brasil enfrentou desafios devido ao aumento da taxa de juros.
A reportagem aborda que, apesar das desvalorizações, dividendos e valores patrimoniais mostram crescimento. FIIs de galpões logísticos, shopping centers e escritórios ainda pagam dividendos atrativos, enquanto a ocupação de condomínios logísticos e as vendas de shoppings refletem uma recuperação do consumo.
4. Em uma mão só? Veja quem são os maiores proprietários de prédios corporativos em São Paulo
Em São Paulo, 10% dos imóveis corporativos estão concentrados em apenas três grandes proprietários: Brookfield Properties, PREVI (Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil) e Itaú.
Juntas, essas empresas controlam quase 1 milhão de metros quadrados de escritórios, representando uma grande parte do mercado imobiliário corporativo da cidade. A Brookfield é a maior, seguida pela PREVI e o Itaú.
5. O caso WeWork
A crise da WeWork foi um dos temas mais discutidos em 2024. Com dívidas
milionárias e atrasos em aluguéis, a empresa enfrentou ordens de despejo e tem
potencial para impactar a taxa de vacância em São Paulo, deixando proprietários
e FIIs em alerta.
Leia as matérias completas aqui:
6. O avanço do mercado Multifamily no Brasil
Em 2024, o mercado de empreendimentos Multifamily ganhou destaque, consolidando-se como uma tendência crescente no setor imobiliário brasileiro. Essa modalidade, que envolve propriedades residenciais destinadas exclusivamente à locação, atraiu a atenção de investidores e desenvolvedores ao longo do ano.
O aumento da demanda por imóveis para locação e o perfil dos novos consumidores, que valorizam a flexibilidade, foram alguns dos fatores que impulsionaram o crescimento desse mercado. Empreendimentos como edifícios inteiros para aluguel e a profissionalização da gestão desses ativos sinalizam um novo momento para o setor residencial no Brasil.
7. Desafios de absorção no eixo Chucri Zaidan
A região da Chucri Zaidan, em São Paulo, evidenciou um dos principais desafios do mercado imobiliário corporativo em 2024: a absorção de novas torres modernas. Com um estoque significativo de prédios recém-entregues e taxa de vacância elevada, o mercado local enfrenta questionamentos sobre quanto tempo será necessário para equilibrar oferta e demanda.
A matéria trouxe reflexões sobre as estratégias que proprietários e investidores devem adotar para atrair inquilinos em um cenário competitivo, destacando os diferenciais tecnológicos e sustentáveis dessas edificações.
8. E-commerce e bens de consumo impulsionam o mercado logístico
Operações de e-commerce e o crescimento do setor de bens de consumo foram os principais responsáveis pela ocupação de espaços logísticos em 2024.
9. O custo-benefício de
ocupar um parque logístico dentro do maior aeroporto da América Latina
Ocupação em um parque logístico localizado dentro do maior aeroporto da América
Latina foi um dos temas mais debatidos em 2024. Apesar do custo de ocupação ser
até três vezes maior que o de parques tradicionais, empresas têm considerado a
proximidade com o aeroporto uma vantagem estratégica, especialmente para
operações que demandam agilidade e eficiência logística.
10. Fonseca’s Tower: um "elefante branco" na Vila Olímpia
Abandonado e sem perspectivas claras de revitalização, o Fonseca’s Tower se tornou símbolo de desperdício de potencial no coração de uma das regiões mais valorizadas de São Paulo, a Vila Olímpia.
A matéria explorou os problemas que levaram ao abandono do empreendimento e os desafios para sua reativação, levantando questões sobre planejamento urbano e aproveitamento de espaços em áreas nobres.
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